Banda larga: Ressurreição para os fabricantes de equipamentos

Ana Paula Lobo*


 Convergência Digital
Não será a era de ouro vivida nos anos 2000, mas a necessidade de as operadoras de revitalizarem suas redes de transmissão - principalmente das teles móveis para a oferta de acesso à Internet e para serviços multimídia - traz uma luz, e porque não dizer, uma ressurreição para os fabricantes de equipamentos.
De acordo com pesquisa da Infonetics, o segmento deverá pular de US$ 4,6 bilhões em 2008 para US$ 10,9 bilhões, em 2013, um incremento de mais de 130%. No Brasil, a discussão em torno das redes de transmissão está no auge. É verdade que fabricantes e operadoras vivem um momento de jogo de xadrez.




Apesar de a crise financeira já não ser tão impactante - o crédito está de volta - as negociações são longas e envolvem uma série de serviços e fornecimento de 'caixinhas'. Grandes licitações estão em marcha ou prontas para serem feitas, mas o cuidado é extremo. Também há a definição sobre o Plano Nacional de Banda Larga, previsto para a primeira quinzena de novembro, evento que, certamente, exigirá um aporte em rede.



As teles móveis até já cogitam o compartilhamento. Mundialmente o cenário não é diferente. Nos Estados Unidos, por exemplo, as operadoras já migram suas redes tradicionais para infraestruturas de última geração. De acordo com o estudo da Infonetics, publicado pela Agência Reuters, a demanda por banda larga nas celulares gera crescimento para fabricantes como Alcatel-Lucent, Nokia Siemens, Ericsson, que nos últimos tempos viveram períodos de vendas fracas.



*Com informações da Agência Reuters.



Leia na fonte:
http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=20777&sid=8 




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