Vivo quer o fim da reserva de frequências no Brasil

A banda H, da Terceira Geração, reservada para um possível novo concorrente pela Anatel, deveria ser licitada para os atuais fornecedores o quanto antes, afirmou o presidente da Vivo, Roberto Lima, em entrevista à CDTV, do Convergência Digital.
Segundo ele, não há razão para buscar um novo entrante no País neste momento, em que há falta de espectro para a oferta de serviços de qualidade, especialmente, na banda larga móvel. O executivo também pediu uma Anatel mais ágil com relação às licitações de frequências.



A banda H, com 20 MHz - 10 MHz/10 MHz -, não foi licitada em dezembro de 2007 porque a Anatel decidiu reservá-la para um possível novo concorrente. Este ano, no entanto, com a explosão da banda larga móvel, a agência chegou a especular, em julho, que poderia tratar do tema rapidamente e determinar se a faixa pode ou não ser repassada para as atuais operadoras. Mas, até o momento, não houve qualquer posição do órgão regulador.



A demora da Anatel em deliberar sobre a faixa de 2,5 GHz também foi criticada. "Não podemos levar tanto tempo para uma decisão". No tema Banda Larga, Lima endossou a defesa feita pelo diretor de Planejamento Estratégico da Oi, João de Deus.



"Geramos milhares de empregos, investimos no País e acreditamos que o respeito é a base de todo e qualquer diálogo". Lima participou do Fórum Telebrasil, realizado nesta sexta-feira, 16/10, no Futurecom 2009.



Ana Paula Lobo - Convergência Digital

Lei na fonte:
http://www.adnews.com.br/telecom.php?id=95293

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